Fazenda Engenho Velho

Com 550 animais no rebanho, sendo 160 deles em lactação, a Fazenda Engenho Velho, localizada em Imbituva, interior do Paraná, optou pelo sistema de ordenha robotizada DeLaval, o VMS™, em seu novo projeto de produção de leite. João Guilherme Brenner, diretor-presidente da Nutrimental Alimentos e proprietário da Fazenda Engenho Velho, escolheu o VMS™ com o objetivo de atingir maior eficiência produtiva em sua propriedade, prezando também pela longevidade dos animais. Até o final de 2014, três ordenhas robotizadas serão instaladas na sua propriedade. Confira abaixo o bate-papo com o João e conheça suas expectativas em relação ao seu novo projeto de produção de leite.

DeLaval: Conte-nos sobre sua trajetória como produtor de leite e como se deu a decisão pela atividade leiteira.

João Brenner: Bom, minha família possui a fazenda Engenho Velho desde 1900. Lá produzimos soja, entre outras atividades que já ocorreram no passado, como extração de mate e madeira. A pecuária leiteira chegou na propriedade nos anos 70. Apesar de não ser a minha atividade principal, é uma atividade que tenho uma afinidade muito grande. Produzimos leite em nossa fazenda já há quase 40 anos e, pensando em profissionalizar mais ainda nosso negócio, decidimos instalar os robôs para automatizar nossa produção e otimizar a nossa produtividade. Nossa motivação é sempre fazer melhor e, agora com o VMS™, esperamos aumentar nossa eficiência do ponto de vista de custo e de produtividade.

DeLaval: Qual é o modelo seguido atualmente e qual a diferença para o novo modelo de produção após a instalação do VMS™ em sua propriedade?

João Brenner: Utilizamos o modelo de tie-stall com linha média central de 12 conjuntos. A grande mudança que ocorrerá na propriedade será a mudança no modelo de operação. Com o projeto em vista, teremos um modelo de free-stall com ordenha automatizada.

DeLaval: Porque o senhor a escolheu a DeLaval para auxiliá-lo nesse novo projeto em sua propriedade?

João Brenner: A mudança de tie-stall para free-stall já era uma mudança prevista nos nossos planos. Já a mudança de ordenha convencional para o sistema de ordenha robotizada foi realizada baseada na possibilidade de redução de mão de obra e, também, pela facilidade de ter mais tempo para a gestão de outras atividades na propriedade. A opção pela DeLaval se deve ao fato de vocês já possuírem no Brasil um projeto piloto realizado na fazenda Arm Genética que está caminhando bem e, também, por possuírem um suporte de assistência técnica estruturado.

DeLaval: E como tem sido o relacionamento com a empresa até o momento?

João Brenner: A DeLaval tem sido bastante atenciosa com o projeto. As pessoas envolvidas sempre procuram nos dar respostas prontamente. O atendimento da revenda da região também tem sido bastante satisfatório.

DeLaval: Qual a sua expectativa em relação ao novo modelo de produção de leite com a vinda do VMS™?

João Brenner: Espero obter 2.700 litros por robô, ou seja, uma média de 40 litros por vaca/dia, com duas pessoas trabalhando. Se atingirmos essa meta de produtividade com essa eficiência de mão de obra, o projeto será um sucesso. Além disso, esperamos, também, aumentar a longevidade das vacas e reduzir doenças metabólicas, tratamento de cascos, mastites, etc com o investimento em conforto animal que também estamos fazendo.

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